sábado, 19 de setembro de 2009


"Lágrimas são irmãzinhas, sempre andam duas a duas, quando tu choras, as minhas vão logo beijar as tuas..."


Não me mostre, não me fale, muito menos , ao pé do ouvido, porque se eu ler de novo volto atrás.

Volto pra andar de mãos dadas e pra limpar aguinha que escorre.

Volto, desobediente como sou, volto.

Mas digo...a desobediência foi o único peculiar atalho que me fez a poesia, e teimando, me trouxe sempre voce.

Ando comportada...

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Retiro-me da Velocidade Contemporânea.

Quem se acostuma a essa vida rápida, vazia e cheia na caixa de entrada, pouco se ambientaliza com o silêncio de si próprio.
E quando se depara consigo mesmo, quer logo encontrar a saída, sua caixa de saída.
Pouco se pára.
O contemporâneo despara o alternativo, as alternativas, o novo. Despara a busca, sem limite de velocidade, pelo que ainda há de vir e nos permitimos a essa limitação pintada de sem fronteira, liberdade.
Liberdade essa que brutalmente nos aprisiona.

Quando nos permitimos o limite, abrimos espaços ilimitados a estagnação. Sim, à ausencia de progresso.
E a estagnação nos acostuma e criamos hábitos.
Hoje, me deparei (as férias me obrigaram a parar) com a ausência de todas as alternativas que estava acostumada a ter.
Caixa de entrada cheia, trabalho, pessoas, telefonemas, e futilmente scraps.
Paraceu-me que todos resolveram ir ou como eu, parar.

A prisão nos permite a um espaço de reflexão de nossos atos, de nós mesmos? Sim, mas a atual prisão nos proporciona o contrário.
O leque de possibilidade que a teconologia nos orferta minuto a minuto, nos afasta da liberdade, do instinto da vida. Vida, vida, sabe?!
Nos aproximamos do mais distante, e nos distaciamos do mais próximo.
Progresso, liberdade, alternativas, escolhas, novo, parecem estar ligados a teconologia,a melhor qualidade de vida, não?
E de fato está, porém, contraditoriamente, de forma brutal nos retira da vivência com si mesmo.
E olhar pra dentro, ficar sem se comunicar com o mundo por 24 horas, progredir seu silêncio, sua paz, dá a sensação de sermos limitados. Sensação de novidade.

Hoje vi que estar sozinho é novo.
E me acostumar com isso, vai custar a minha própria velocidade.
Porém, decido-me por pisar nos freios, sair do castigo e procurar o que está fora da linha de fronteira.
E digo mais, permitir-me a constante de estar nas minhas próprias linhas, ou melhor, nas entrelinhas.

segunda-feira, 4 de maio de 2009


Amor e Ódio, dois apaixonados em crise.
Inimigos sem causa.
Dois amantes longe de cafunés.
O coração moradia.
Mochileiros da via de mão única.

Ali na frente, bem ali, eles logo se encontram.

Atingidos: Humanidade.
Sintomas: Todo o Paralelo.

Permita-se a Eternidade.
Porque de alguma forma é indispensável existir.
A liberdade é a cura.
Se a sociedade assim soubesse, seria menos pálida.

Viver.

terça-feira, 14 de abril de 2009


" Na paz do nosso Amor"
É estranho o modo pelo qual escolhemos.
Decididos queremos e vulgarmente “desistimos”.

É desonesto a forma que escorre, escorre entre os dedos.
Escapa do coração.
Derrete.
Liquida.

Retrocedemos.

E quando estamos na estrada certa, o primeiro obstáculo nos faz pensar que a estrada é torta e que o motorista é desatento. Ou ausente, daqueles que não lavam o carro no dia de sábado.

Mas pensar...é só pensar

Aí sofremos acidente, porque fugiu do controle, do pensamento.
Bateu de frente.
Dor, perda e machucado.
Descoberta.
Nostalgia, desejo, amor. Amor?

De seguro nada está coberto.

E pensar, é só pensar.
Sentir é ver com olhos do coração.
Por isso, é atento o motorista, e linear é a estrada.
Está tudo ali no lugar que deve estar.

Permanecer? É precoce afirmar.
Porque tem muito pra amanha!


O que está em jogo?

segunda-feira, 2 de março de 2009


"Todo escritor precisa de um mecenas. Seja ele um segundo emprego, a loteria, ou, no melhor dos casos, o público leitor."

Falar do sistema implica o capitalismo, impunidade, crise e pobreza, por isso sempre digo de mim, do que sinto e do que quero.
Minhas desigualdades são mais justas, por isso as descrevo, as exponho.

Do que não quero, não preciso dizer, a sociedade ta ai, grita no seu showzinho diário e barato, sempre com pressa, olhando de pressa, e comendo suas presas fáceis.

Meu blog não tem os que não sabem, como público alvo. E os que sabem demais, não, não são pra eles as silabas, palavras e leitura, não são esses meus leitores.
Aprofundar nas minhas entrelinhas, arrancam o que eles tem de mais precioso, a arrogância.

Meus fiéis..são os identificadores do meu instante. São para os foliões de “ todo amor que houver nessa vida” que eu digo e mostro.

O que movimenta meu capitalismo é o meu amor, é esse meu lucro. Meu capitalismo com crise, altos e baixos, débitos e créditos. Moeda cara. Juros altos.
Coração que contrata, e nunca manda embora. Investir, investir e investir. Retorno? Ta aí uma coisa que tenho saudade.

E em contrapartida, o sistema que domina os desejos mais inuteis de uma sociedade fútil, de repente, é só um reflexo seu. Raso e vago.

Quem vai pagar o que me devem?
Será que sabe de nossa divida?
De vida?
Sabe?

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009


" Amora em flor, boca do povo são palavras de amor."

A folia lá fora, e a redação consumindo tudo aqui dentro.

Palavras na ponta dos dedos para formar o lead do confete e da purpurina.
E os sentimentos pulando como foliões de primeira viagem, onde o samba salta para os dedos indicadores, que dançam como pés de madrinha de bateria.

Aí o Reco reco e a cuíca marcam hora, a hora sai atrás do bloco, o bloco passa e ganha banho de mangueira.
Inconfundíveis o Reco reco e a cuíca e se esbarram na esquina das marchinhas, os olhos falam, e caem arteiros e dengosos na folia.

Folia, folia de carnaval. Sem entender o enredo, Reco Reco beija a Cuíca...como se não houvesse mais outros próximos carnavais.

Foi ali o instante-já. O Agora que era pra se ouvir...consumir.

O Agogô e Tamborim, tentam a tocar, porém Cuíca só combina com Reco Reco, que a tira da roda.
Reco Reco toca Cuíca e Cuíca toca-o. Ela cochila ao som dele, que soa aos ouvidos como respiração que quer inalar tudo. Mas um tudo que ambos não sabem. E não sabem ouvir.

E nesse não saber...Reco reco foge, porém a estrada abdica a passagem, pra ele se redimir.
Cuíca dorme vazia, mas acorda sonhando.

E a bateria? Ahhh ela, imita meu coração!!!!

Avenida: Começo. Meio e Fim.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Sim, minha bagunça!


"A isso queria chamar desorganização, e teria a segurança de me aventurar, porque saberia depois para onde voltar: para organização anterior."

Tenho repulsa dessa minha desorganização e tudo que contribui pra ela continuar assim...desorganizada.
Dela me aproximo cada vez mais, mais intensa e mais intima.
Arrumar? Poderiam achar que é uma boa saída.
Porém, eu não. Sempre vem um e bagunça!

Cresci lendo aquele método de organização:
Sujou, limpa
Abriu, fecha.
E assim por diante. Leis do equilíbrio doméstico.

Métodos não funcionam nem para objetos, tampouco para nós mutantes.
Meus métodos são camaleões. Estão sempre indo, mudando.
Falando assim parece que não há repulsa. É, talvez eu queira alguém pra arrumar, arrumar alguém, ficar ali dobradinho.
Ou não, acho que eu quero mesmo é o fora do lugar, o amassado.

Ficar assim... tudo de pernas para o ar.
Posso respirar melhor.

" O Mundo inteiro terá que se transformar pra eu caber nele." Clarice Lispector

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Para lê-la!



Negando e tornando-se.
Paralela a vida é assim...
E acreditem, a ironia é um talento.
Como um exercício de continuidade.

Entre minha vista e meu coração estabeleceu-se um acordo!

Adivinhe?

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Ela me descreve!


Mulher, entre e sinta-se em casa!


"Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome.
Tais momentos são meus segredos. Eu chamo isto de estado agudo de felicidade.
Tenho medo apenas de viver o que não entendo. É uma benção estranha.

Sou um o quê? Um quase tudo.

Minha alma tem o peso da luz. Tem o peso da música. Tem o peso da palavra nunca dita, prestes quem sabe a ser dita.
Tem o peso de uma lembrança. Tem o peso de uma saudade. Tem o peso de um olhar.
Pesa como pesa uma ausência. E a lágrima que não se chorou.
Tem o imaterial peso da solidão no meio de outros."
Clarice Lispector
Sinto ainda que ela me descreve de alguma forma...dos pés a cabeça.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Gramática e vida!

Ninguém folheia minha vida por acaso.!
Se assim fosse, é como se lessem algum texto e no fim dele, não entendessem nada.
Não que a vida seja um livro, a minha não é.
Não a limitaria em índice. Prefácio. Introdução. Conclusão. Editoria e Correção.
Não a submeteria a resenha, resumo. Páginas contadas. Imagina de 1 a 100! Pouco.
Começo, Meio e Fim. “Acabei de ler.”

Uma virgula muda sentidos
Sentidos seguem direções,

Há certos livros que não vamos até seu fim,. Empoeirados permanecem na cabeceira. E se retirados dali, sentimos falta. Ali é seu lugar, faz companhia ao travesseiro e ao imaginário que dorme com imagens acordadas no inconsciente que tanto deseja.
Já outros devoramos em dias, horas e horas.
Outros relemos e relemos.
Parindo daí, somos livros.
Um oficio com entrelinhas.
Uma narrativa diária. E um diário cujo o autor rabisca, rasga folha, amaça e escreve em linhas tortas.
Personagens eternos.

O ponto indica final.
Ou começo de um novo parágrafo.

Escrever me alivia e ler dói as vistas e o coração!


Carolina

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

É simplesmente assim...



O corpo sente.
Fala, deseja, grita, e quer.

O coração sente.
Silencia, ama, recita e espera.

O corpo trai.
Excita, instante, esquece.

O coração fidelidade.
Carinho, eterno, recorda.


O corpo age.
1,2,3 e 4. Sim, quatro.

O coração cochila.
Beija a orelha. Olha no olho.
1 vezes e Dorme no peito.

O corpo quinta-feira.
O coração eternidade.

Como óleo e água?
Tudo foge ao meu entendimento...

Carolina
" Eu te falo com paixão"

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Mil Padres Nossos e Mil Ave-Marias


Quando Bentinho roga a Deus, prometendo lhe oferecer sua reza em troca do amor (afinal em seu devaneio livrar-se-ia do seminário para a consumação), lembrei-me dos meus 17 anos quando pedi para não mais me apaixonar. Menina com sentimentos a flor da pele, já sentira ali, quanto custaria manter borboletas no estomago.
Mas o tempo passou, a promessa não se cumpriu.
Aprisionei minhas borboletas.
Elas se mantiveram por mais uma vez em mim. E eu e nele.
Frio na barriga e cócegas no coração.

Senti que era o momento de libertá-las, não pelo fato de me livrar da paixão, mas chegara a hora que só coração digere o sentimento.
Por isso era momento de partida.
No entanto, pra minha surpresa, elas se foram por si só. Criaram asas, e num ato de vingança, por duas décadas de prisão, o levaram.
Teria as borboletas se apaixonado por ele?
Teria ele medo de habitar meu coração?
Teria meu coração medo de abriga-lo?
Teria abrigo? Teria.

Como Bento, rogo a Deus num oficio diário, nem tantas vezes mil, porém vezes, vezes e vezes. Não para o retorno das borboletas, aquelas que acreditei serem mais que sinais, amigas fieis, aquelas que cochicham com a gente dentro quarto a portas fechadas. Não rezo para tê-lo comigo. Mas para ele ter-se com ele e com Ele.

Hoje acordei com duas décadas e um ano, uma pia eternamente sem saída, sem as borboletas no estomago. Entretanto, quando dei por mim lá estavam os casulos. E ele no lugar onde sempre esteve.

Como o ventre gera vida. O coração casulos.
Afinal, borboletas vivem somente 24 horas.


Carolina

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Continuo Aqui...



No meu cantinho escrevendo artigos acadêmicos que hoje me arrancam o tempo para rabiscar sobre vida, paixões e políticas inflamadas de discursos complexos.E é disso que gosto de falar.
Fim de ano, fim de tantas coisas.
Um retrovisor com tantas imagens. Ora ofuscadas, ora tão claras que nem conseguimos enxergar um fim devido ao forte reflexo nos olhos e no caminho, que anda, no entanto, retrocede de uma forma e em algum momento de nossas vidas..

Fim de Bush. Da estupidez e das Tropas.
Fim de Derci e dos 101 anos acompanhados das palavras grandes.
Fim de 5 anos de uma infância roubada, lançada a grama.

Começo de Obama. E da aceitação do rejeitado histórico.
Início de uma crise mundial, talvez com menos sobrevivência que os palavrões de Derci.
Estréia de Maisa, 6 anos de um megafone enjoativo.

Essa semana indagaram-me sobre o fim dos meus romances. Esses só iniciam.
Já as paixões passaram, pelo simples fato de serem paixões. A carne cicatriza e casquinha cai.
E o coração só tem espaço pra um Presente de Natal.
Eu tenho direito a laço vermelho. E a laços!
Desatá-los? Só quando houver um fim!

Carolina

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Lembranças.!


Lorena, 26 de agosto de 2006
.
"Todo formigueiro tem uma rainha.
Para todo cágado uma cágada.
Para todo arteiro uma anjo-da-guarda.
Para cada bumbum uma fralda.
Para cada bebê um papai e para cada filho uma mamãe.
E para mim você.
Mas nem toda estrela tem um nome.
Nem toda flor tem quem a beije.
Nem todo girassol tem que o faça girar.
Nem toda boca tem um sorriso.
Nem todos olhos têm brilho.
Nem todo útero é um jardim de Margarida, Rosa e Flor.
Nem todo céu tem 3 Marias e uma eterna lua-de-mel.
Não é qualquer um que viaja o mundo de Velotrol, nem que namora Nossa Senhora.
Nem todo mundo tem um cão com nome de Mel."
...
Nem toda história tem um fim ou não conseguimos escrever um.
Somente sentir.
.
"O que a memória amou fica eterno"
Carolina.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

O Interruptor.



Ele fica me olhando, acende dúvidas impertinentes.
Mas não ilumina.
Apago ou não apago?

As vezes quero ficar num escuro, acender a vela e rezar.
Uma reza para almas, santos, meu avô e minha alma.
Acho que o que a vela reflete é mais natural e me faz melhor.
Luz Elétrica, "Luz para Todos", muita Engenharia e Politicagem.
Fico com a parafina derretida que nos queima de uma forma que não dói.
A lâmpada quebra e devemos trocá-la periodicamente.
E a luz pode ser cortada por falta de pagamento
Quanto custa para manter uma chama? Um fósforo ou duas pedras?
Pra apagá-la somente um assopro.

A vela deixa cinzas de seu pavio, como o eu do que me queima.
Um dia jogo tudo no jardim. Vira adubo e vida novamente.
Também deixa esculturas tímidas do que se derreteu.
E o que se derrete? Humanos Líquidos.
As coisas não terminam.

Acabou a Luz!
“E agora, José?”
Pega a Vela.


Daí um dia apague-a e faça um pedido!
Ou vai velejar!



Carolina

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Penetre nas Entrelinhas.!


" Há muito mais coisas entre o Céu e a Terra, do que sonha sua vã filosofia". William Shakespeare


TPC: OK
Tompas: OK
Ovários: Ok
Utero: OK
Biopsia do endometrio: OK

Tudo bem com Ela portanto...

Espermograma: PROBLEMAS!!



A qualidade dos espermatozóides é um reflexo inconsciente da insatisfação feminina. Terapia de Casal ou Aconselhamento Genético?
O problema do homem está em seus espermatozóides. Sim, façamos uma analogia. Sejamos ousadas.
Pensemos no homem e seu esperma como um só. Especialistas afirmam que apenas os espermatozóides normais atingem o óvulo. Dentre milhares, como saberemos que somente a normalidade perfeita atingirá seu coração? Anormais, desajeitados, aquele que ficou de ligar, o que tá sem tempo, o que não está pronto para um novo relacionamento, ou aquele que quase chegou lá não fecunda.
Um dos fatores que qualificam o espermatozóide normal, é sua mobilidade, ou seja, sua disponibilidade de mover-se, ir ao encontro.
Mulheres, a Ciência explica.
O desenvolvimento de espermas normais e maduros é a chave para a Felicidade, quis dizer Fertilidade. Lembrem-se que apenas uma fração dos espermatozóides produzidos terá potencial para fertilizar. Sua produção necessita sim, de um controle. Não de uma neurose feminina.
Sim, a fertilidade é como os relacionamentos. É necessário fazer sua divisão celular.
Os espermatozóides podem viver no trato genital feminino até por 48 horas ou um pouco mais. Garanto que esse número dobraria se espermas fossem para a memória. E como fazê-los chegar até lá? Não, não é encontrar o ponto G. Se deparar com a desilusão é um modo de não esquecer.
Mulheres, façam de fato suas própria analogias agora?! Quantos duraram mais que 72, 48 ou 24 horas?
Centenas de espermatozóides são bem-sucedidos no que se refere a chegar ao ovo. Sim, um bom jantar, um elogio adequado, a ligação no dia seguinte, flores, ou somente uma boa pegada. Eles cumprem o papel. Porém apenas um atinge dádiva. Somente um fecunda. Claro que isso pode ser atendido periodicamente por algumas mulheres.
Estaria eu queimando minhas mãos em dizer que queremos somente um? Prefiro acreditar que não. Confesso, ainda espero que apenas um fecunda. Romântica eu não?! Sim, sou!
A vasectomia seria uma saída para se livrar deles? Ela os bloqueia.
Para uma boa ejaculação é necessário um bom funcionamento do cérebro. Sim, a inteligência é afrodisíaca. Fica a Dica.

Homens, cientificamente o que há de mais saudável na masculinidade é coração, porém estão sujeitos a infarto,

Mulheres, apesar de os 8 milhões de casais sofrerem com a infertilidade masculina, as falhas podem não ser sempre decorrentes de uma interação inadequada entre o ovo e o espermatozóide. Os problemas podem começar muito antes disso. Fica a Dica.
O Organismo rejeita um corpo estranho. E o coração?
Haja Glóbulos Brancos!

Carolina.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Para Aquele Dia 27.!


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Lorena, 27 de novembro de 2004
Vocês vão a floricultura, Ela cultiva sua roseira plantada por Ele em seu quintal.
Vocês copiam prosa, verso e poesia, a história deles completa os versos, fundam as prosas e recita poesias.
Vocês quando olham para o céu apenas o contemplam, Ela quando olha enxerga a geração e o que fundiu com Ele por três vezes.

Vocês colecionam selos, Eles amigos, amores, rosas e saudades.
Vocês festejam datas comemorativas, eles celebram todos os dias 27.
Pra vocês Fernanda, Julia ou Ana, pra Eles Marias.

Vocês registram caras, bundas, peitos e bocas, Ele a desenha, a escreve, descreve seu riso e descobre o tom de sua gargalhada.
Vocês pegam, catam e descartam, Ele a conquista.
Vocês ouvem e berram vulgaridades, Ele ao pé de seu ouvido sussurra amores, coisas engraçadas e excitantes.

Pra vocês é como nas novelas, por Ele, Ela ainda ouve sermão.
Vocês utilizam métodos, Eles adrenalina e banho gelado.
Vocês ensinam um ao outro, eles se descobrem.
Vocês finalizam com “Boa Noite”, mas Ele ainda a oferece chocolate.

Pra vocês momento. Pra eles Eterno,
“Tive. Teve?”
Pra vocês Fim, pra eles sempre um possível Recomeço.

Hoje Ele a irrita, mas Ela pensa se não houvesse irritação, como seria?!


Carolina

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Meu Manifesto Cosmos.!



Quando Marx diz que a Igreja é o Ópio para o povo, entendo, mas sobretudo, desconfio de suas intenções.
Acontece o mesmo quando Diogo Mainardi em seus artigos escreve sobre a nossa Anta. Estaria falando somente sobre o Animal ou estendendo a burrice ao seu pastoreio?

“Para os brasileiros, a reforma ortográfica tem um efeito nulo. Ninguém sabia escrever direito antes dela, ninguém saberá escrever direito depois.”

Hoje cheguei ao ápice do meu cansaço sobre discussões tolas sobre tolos. Sim, pensam em todas elas possíveis juntas: Lula, Mainard, Marta, Kassab, Obama, Filosofia, Saudade, Cobrança, algum tipo de entendimento sobre sentimentos e trabalhos, e por fim Fé, Igreja e Karl Marx. Resta-me um peso. Uma diabete mental. Um colestoral procurando diminuição. E um câncer caçando uma possível cura.
Quero saúde nos assuntos. Chega!!

Células e DNA puros!!
Cerébro Mutante.
Um coração somente para amar e um cerébro apaixonado! Só isso! Acredito que seja possível.
Há momentos que a inteligência pede somente pulsação e um beijo!!
Sim, a minha inteligência agora, hoje, nesse instante, não pede números, estatísticas, afirmações, teorias, explicações, líderes políticos seus pensamentos e suas guerras.
Hoje só sabedoria. Amanha talvez conhecimento. É eu sei eles andam juntos, mas hoje os separei no meu modo.

Finalizo com uma breve explicação sobre o meu ponto de vista de Marx sobre a Instituição da Fé e eu sobre minha ignorante interpretação. Repito: MEU PONTO DE VISTA.



Claro que nunca ele teria refletido sobre a Instituição neste sentido. Mas poxa eu tenho o direito falar o que eu realmente penso, ou a liberdade de expressão tirou férias?
Inicialmente o ópio era pra fins terapêuticos, assim como de certa forma a Igreja, pena que ambos, direcionados pelo homem, se tornaram vícios, e uma droga de hipocrisia para eles mesmos.
A morfina foi em algum momento um “remédio” para combater e aliviar o vicio do ópio, de repente a fé talvez seja algo parecido, não?!

Prefiro Marx pensando sobre outras coisas como diria Paulo Francis, que Karl Marx escrevendo sobre dinheiro ou qualquer outra coisa é como um Padre falando sobre sexo. Trazendo isso as nossas fronteiras é como o Lula tentando combater a corrupção ou Obama dizendo saber sobre o paradeiro de Bin Laden no David Letterman!
Não, não penso e aceito Francis tão ao pé da letra como pode parecer!

“Tudo que era sólido se desmancha no ar, tudo o que era sagrado é profanado e as pessoas são finalmente forçadas a encarar com serenidade suas relações recíprocas”
Marx.

Pessoas e impérios.
Imperam. Verbos imperativos.
Mobilizam sujeitos. Regra da Língua e da Vida.
Entre meu cansaço e o meu amor está minha fé.
Por que é tão mais fácil entender Marx do que Carolina?

MANISFESTO!!!
Se forem IMPERAR, conjuguem somente o verbo Amar!
Então: AMEM!
Amém!

Carolina

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Queimando...Estupefazendo


“Você chegou.Te reconheci. Já havia estado ali. Os segundos corriam de mim. Quase que te levando embora, e eu vivia-os como se durassem minutos, dias,horas, sempre, sempre, sempre Sempre? Pra mim sempre é tudo aquilo que agora se faz eterno.”

3 agulhas em busca de um suéter.
Pensou, porque guardá-las?

Ela também tinha um saco de cartas.
Teria de exterminar isso
Seria como queimar um eterno.

Em algum momento tornaram-se parasitas dos desejos um do outro.
Confundiram o amor desejado com o exigido.
O amor jamais se perpetua?
Não existe uma garantia vitalícia.
Que significado duradouro pode existir na vida?
A ilusão enfraquece o espírito humano
Dois corações despovoados.
Onde ele acabava ela começava.
As alternativas se excluem.

Escapar do destino
Enlutados. Enlatados.
Seria como queimar um eterno. Ela vai ter de exterminar isso.
Algum dia...

Ainda Mantendo Oscilando Retalhando



Carolina

“Entretanto, eu ainda consigo ver de longe.
Talvez seja o suficiente.”